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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

AVANTI PALMEIRAS - CRM BATE NA TRAVE E INVADE CAMPO DE FUTEBOL


Fuçando na internet, recebi um boletim em que o "Radar Esporte" fala sobre o programa de "sóciotorcedor" que o Palmeiras acaba de lançar... um programa de fidelização aos torcedores palmeirenses que dá vantagens aos sócios, embora mínimas até o momento, mas fundamentais: afinal, ser sóciotorcedor e não ter a vantagem do desconto em ingressos e acesso em primeira mão a jogos antes do povão, seria tiro no pé!


Olha o CRM entrando em ação novamente, o famoso clube de relacionamento entre marca, produto e cliente. Em se tratando de um time, que é uma verdadeira paixão para os brasileiros, esse relacionamento tende a ser mais "eloquênte", quase um amor passional. E não é atoa que Marcos, grande torcedor e ícone positivo do Palmeiras estava lá como garoto propaganda, recebendo seu título de sóciotorcedor no. 1.


Ponto positivo para o verdão que "ameaça" entrar no mundo etéreo do Branding e da Fidelização de seus torcedores. Mas, como o próprio "Radar Esporte" questiona: "Comprar o ingresso antes que todos e ter acesso garantido aos jogos (pagando ingresso, claro), inclusive aqueles de Libertadores, que com certeza irão lotar, é um bom motivo para você se tornar sócio?...Acho que os clubes devem pensar cada vez mais em consumidores e não em torcedores. Apesar do fanatismo, da paixão, do amor que existe nessa relação, são pessoas que investem tempo e dinheiro em marcas."


E o que é que tem? Também questiono... é pouco para um consumidor, ainda mais sendo aquele que ama, sofre, chore e briga pelo seu time. E... torcedores eles já são, logo os times de futebol tem um desafio maior que as marcas comuns... o de fazerem com que seus sócios-torcedores sintam-se especiais de fato, diferenciados dos demais, pois além do time do coração, são consumidores da marca. Corre atrás da bola verdão!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

TRABALHANDO A PUBLICIDADE EM REDES SOCIAIS

Tudo começou com os blogs... meninos e meninas, entre doze e dezesseis anos contanto sobre suas vidas, seus dias difíceis, paixões e manias... logo, os adultos encontraram uma forma de expressar o que pensavam sobre si mesmos, temas intelectuais, futebol, jogos, aparelhos eletrônicos etc. Aí, vieram orkut, linkedin, twitter, comunidades de livros, fotos (flicker etc.), facebook entre outros...

Não é necessário nem dizer que os marketeiros de plantão aproveitaram-se da grande gama de portas abertas e público para atuarem... As redes sociais estão em todas as atividades das grandes empresas... e nelas tem-se intensificado uma boa quantia da verba de publicidade dessas empresas... E o que é que tem!?!

Muitas são as formas de atuação junto ao universo dessas redes, alguns criaram blogs corporativos, outros comunidades em orkut, facebook e hoje, a grande febre do momento é o twitter. Ganhar mais e mais adeptos para suas comunidades. E como se faz?

Do jeito mais simples possível, criam-se promoções e campanhas específicas para o "público.com", até @Huckluciano (Luciano Huck) entrou nessa e hoje tem uma comunidade de 1.353.532 pessoas. Sonho de toda empresa e marca. Não que ele não seja uma marca, é de fato!

Mas o relacionamento com o "publico.com" não se limita a isso. Existe hoje, e há algum tempo, empresas que se dedicam a incluir twitteiros, blogers e afins das redes sociais em suas coletivas de lançamento de produtos e serviços, degustações e até, chamando-os para fazerem parte de grupos de debates... dando a possibilidade de testarem, provarem daquilo que vão divulgar na rede. E esse gancho é extremamente importante, pois gera credibilidade, aproxima e dá a oportunidade de ter seu produto e serviço sendo divulgado de maneira legítima e não apenas publicitária... mas, cuidado!!!!

E o que é que tem!?! Se o produto / serviço não cumprir sua promessa, pode ser que a rede entre em colapso na divulgação e a coisa acabe se tornando negativa. Vale prestar atenção à qualidade e transparência nessas horas.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

MARCA PRÓPRIA X BRANDING


O mercado de marca própria ganhou proporções gigantesca e hoje chega a representar de 5% a 8% das vendas de determinados super e hipermercados. Considerando que a maioria das pessoas que aderem à marca própria são das classe B, pensando ainda no cenário atual financeiro, onde esta classe está perdendo força de capital e ingressando para a classe C, podendo ditar moda, talvez esses 5% ou 8% possam aumentar em grande escala. Mas o que é uma marca própria? Apenas a oportunidade de uma rede varejista ganhar mais dinheiro?


Não! Com certeza também é, mas não é apenas isso. Possuir uma linha de marca própria representa colocar o nome da empresa em cheque, representa fazer uma promessa ao consumidor, e promessa, já diz o ditado, é dívida!


É imprescionante como tenho visto grandes redes varejista lançarem produtos à esmo... sem uma razão de existir, uma proposta definida, por pura e simplesmente substituir a marca líder e ganhar pelo custo baixo. Redes como as do Grupo Pão de Açúcar que mantêm centros de pesquisas, laboratórios etc. para cuidar da qualidade de seus produtos e ainda, têm a preocupação de traduzir todo esse cuidado em embalagens agradáveis, bonitas e propagandas que retratem sua promossa é uma raridade no Brasil.


Estive lendo um livro de marca própria, escrito pelo ROBERTO NASCIMENTO A. DE OLIVEIRA, e realmente é gratificante ver que o trabalho dos profissionais da área estão embasados e focas no princípio de tudo: A essência da marca.


Roberto retrata com muita lucidez e didática o quanto é importante, antes de se criar uma marca, entender muito bem qual é o DNA da empresa, qual a proposta a que esse DNA submete-se e como ele deve comprovar tudo isso. Em todo o livro, aliás no começo, ele retrata a necessidade de se embasar a marca, de se conhecer a promessa e de compreender como se faz suas justificativas. E o que é que tem!?! Tem que branding é isso!


O branding trabalha para que todas as áreas de uma empresa tenham cosistência em suas ações e em suas promessas. Vale a dica de leitura!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

PESSOAS X RECONHECIMENTO

Recentemente estive num bate-papo sobre campanhas de reconhecimento. E o que é que tem!?! Engraçado pois exemplifiquei várias ações que já realizei e trabalhei com equipes muito bacanas, como o Jeito Extra Ser, que buscava explorar o reconhecimento dos profissionais das lojas Extra, que melhor trabalhassem a composição de uma venda em uma cena.

Todos estavam focados em fazer o melhor cenário, em vez de demonstrar edredon, montavam um cenário com cama, edredon, lençóis, bandeja de café da manhã, enfim, tudo o que se vendia na loja. E, consequentemente, aumentavam a venda de diversos produtos nessa ação. O grande reconhecimento, além de prêmios, que eram escolhidos em uma tabela, era a exposição de todos os integrantes da equipe da seção no jornal interno do Extra. O projeto inicial era publicar esse reconhecimento no jornal do Extra, publicação externa, ou mesmo, manter a imagem desses colaboradores na loja e, quem sabe, um outdoor. Quer mais reconhecimento que esse? Assinado e sacramentado perante a todos!
A metodologia era bem simples, não sei como funciona hoje. Mas, estabelece-se os pilares (as metas) e traça-se o caminho ( o objetivo final, aumentar algo em alguma coisa) e tudo isso é avaliado de acordo com os indicadores predeterminados. Hoje, porém, estive em um Hipermercado que vou sempre e algo chamou minha atenção: a imagem de uma funcionária ,com sua filha, numa campanha de dia das mães.
Quis saber com a operadora de caixa se houve uma seleção, um sorteio ou concurso para essa escolha, mas a mesma não soube dizer. Na verdade, nem sabia como aconteceu. Fui atrás de um fiscal de loja, quem sabe conseguir saber se fizeram algum concurso interno, mas a resposta foi um pouco mais estranha, além de não ser esta a mãe que deveria participar da campanha, pois a inicial seria uma grávida, que teve que sair às pressas para ter neném, não sabia informar como a outra foi eleita.

Deixei meu telefone para que o gerente da loja entre em contato e eu possa saber como foi essa metodologia. E o que é que tem!?! Tem que não existe melhor forma de reconhecimento do que a pública. Fazer o indivíduo sentir-se impar no mundo em que vive. Isso tem um sabor gigantesco. Alguns vão me dizer que uma viagem em família teria o mesmo sabor. Eu digo que não! Pois o reconhecimento público você pode exibir para todos!

quinta-feira, 12 de março de 2009

O FATOR HUMANO E O SUCESSO NA COMUNICAÇÃO

Hoje algo me chamou a atenção. Estava no site da Catho e uma pessoinha, uma figura desenhada, me dizia que fazia mais de uma semana que não me indicava para uma vaga. Nossa!!! Comecei a pensar, realmente, essa pessoinha desenhada é minha amiga e me ajuda o tempo inteiro....

Faz tempo que vejo campanhas de comunicação, e é engraçado ver como a gente, digo a gente, pois sou uma comunicóloga e vivo fazendo isso também, tentamos substituir o fator humano nas comunicações.

Precisamos criar métodos, maneiras e artefátos que possam chamar a atenção das pessoas para nosso produtos, nossos serviços, e estamos o tempo inteiro colocando o cérebro para funcionar, tentando substituir pessoas, que acabam custando caro. E isso é outro fato, pessoas requerem direitos autorais, e o brasileiro está acostumado a achar que tudo pode ser feito de uma outra maneira. Mais fácil, menos custo e assim, vamos tentando ludibriar a nós mesmos.

Mas, a triste realidade é que o fator humano é um sucesso. Sem questionamentos, pessoas atraem pessoas. Mesmo que se crie uma mascote, todos acabam vendo nesse serzinho, bonito, engraçadinho uma pessoinha. Se não se cria a mascote, é preciso de uma figura, o chefe, uma pessoa-chave que mova as demais. O fato é que não importa o que se crie, o ser humano precisa de um outro ser, alguém que lhe diga algo. Mesmo sem querer, estamos fadados a dividir.

E é assim nas campanhas motivacionais, na propaganda, nos blogs, no twitter, no orkut, nas novelas, telejornais etc... é preciso se ter uma referência, alguém com opinião, que nos mostre aonde chegar, qual produto escolher, o que é melhor ou pior; alguém que norteie nosso dia-a-dia.

Não vou muito longe, tenho em mãos uma jogada de marketing fantástica:
Gol de Ronaldo faz narradores esportivos torcerem na TV... nada mais, nada menos, do que uma pessoa, um cara que veio do nada, cresceu, ganhou muito dinheiro e sabe a técnica de jogar futebol, sem contar seu talento. E o que é que tem!?! É claro que aqui a aposta foi alta, mas mesmo que Ronaldo, o fenômeno, não se desse bem, todos estaríamos compadecidos por ele. Dentro de agências de porpoaganda e como já fui chefe de uma equipe de criação, sei bem como classicar uma campanha de fria ou quente. Sem pessoas, é preciso de muitos argumentos e cores, os apelos são imensos, mas quando se coloca um sorriso, uma pessoa, ganhamos a simpatia e o desejo do outro de, pelo menos, estar como quem se vê.


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