E o que é que tem!?! Tem que desde segunda-feira (26/01) ingressei na grande aventura de ser estagiária, gratuita, na redação de um telejornal. Confesso que não fazia a menor idéia da rotina dos diversos profissionais de jornalismo e RTV, e sempre mencionei isso aqui. Lembrem-se se fosse para eu ser jornalista de fato, seria uma das redatoras do Meio&Mensagem.
Bom, a proposta é dividir as experiências de comunicação. Então, lá vai!
Tomei essa decisão pelo simples de fato de ser uma jornalista. Achei que seria interessante usar um pouco do que estudei durante 4 anos... não que não use o que estudei... e como uso!!!!!
Não tenho acesso a todo o processo, até porque entro às 18h, depois que a reunião de pauta já está definida, os repórteres já voltaram com as matérias de rua... mas minha rotina tem sido acompanhar o estagiário que fecha as matérias internacionais. É imprescionante como a gente fica bem informada dentro de uma redação.
Pela primeira vez usei o software de espelho de um jornal.... o processo é incrivelmente metódico e fácil, se não fosse as informações que são totalmente diferente a cada lauda. Bom, meu professor chama-se Danilo. É um rapaz muito bacana que faz as edições das matérias internacionais. Faz também as passagens, as chamadas de um bloco do jornal para o outro.
Muito bacana e aterrorizante, porque o jornal é ao vivo, entra no ar às 21h e sempre quando é 20h, as matérias ainda estão sendo editadas, os offs (vozes dos repórteres que são aplicadas em imagens que são transmitidas) ainda estão sendo feitas. A sinergia precisa ser exata.
Danilo recebe uma lauda, um papel divido em uma tabela de duas colunas que contém na coluna direita os detalhes técnicos (NOME DO APRESENTADOR, QUE TIPO DE MATÉIRA, SE É OFF, SE É VIVO ETC.), do lado direito da coluna vem a matéria propriamente dita e entre parênteses vem a escala das informações que vão entrar (QUAL VT, A DEIXA PARA A APRESENTADORA ENTRAR OU SAIR DA MATÉRIA etc.). Junto com a lauda, vem uma fita beta, que ele vai capturar as imagens na ilha de edição ou já estão com as matérias. Se é um off, Danilo chama uma das apresentadoras para gravar a fala das imagens... depois senta numa ilha de edição com um dos meninos, muito bacanas... e edita a matéria.
Bom, a edição da matéria consiste em juntar fala com as imagens capturadas para a matéria (off)... tudo isso é feito muito próximo do jornal começar... o trabalho é fantástico. Nada de imagens corridas, é necessário dar movimento ao VT, pega-se, conforme a fala do apresentador, imagens da matéria que correspondam ao que ele fala para o telespectador. Às vezes as imagens têm cerca de 36 segundos, como a que pegamos na matéria de ontem, aí... faz-se milagres.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
BENCHMARK A MELHOR FERRAMENTA DE ATUALIZAÇÃO
Antigamente as empresas traçavam seus projetos de administração e comunicação corporativos em sigilo e quando implantavam, orgulhavam-se de serem as únicas que possuíam tal ação ou programa. De uns sete anos para cá essa realidade tem se modificado para a troca mútua de talentos e idéias, o que vem possibilitando a melhoria dessas ações, programas e projetos, fazendo com que todos ganhem.
Vivemos hoje no mundo da "competitividade colaborativa organizacional". Traduzindo em poucas palavras, o Benchmark tornou-se uma ferramenta de melhoria para todas as empresas. A prática de visitar outras empresas para conhecer seus programas e ações tem modificado o ambiente corporativo e agregado valor às idéias, reconhecimento público de profissionais e empresas, que se destacam, gerando uma competitividade saudável entre profissionais de várias áreas.
A ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação de Comunicação Empresarial pratica o Benchmark com a promoção de palestras de profissionais e projetos que ganharam destaque nas diversas áreas corporativas que lidam com pessoas e comunicação. Você pode conferir os melhores cases de comunicação de empresas como Avon, IBM, Vale, Hospital Samaritano, VIAPAR, Santander etc. na 9ª edição do Mix em 2009 - Congresso de Comunicação Integrada e Interna. Confira a programação e palestras no site: http://www.aberje.com.br/novo/eventos/2009/9mix/.
Esse ano ganhamos destaque para a Comunicação Interna com o ingresso de grandes empresas em novas mídias (orkut, twitter, blogs etc.) com foco em seus colaboradores. E o que tem !?! Tem que é a vez do público interno usufruir desse universo que está presente na vida de pessoas normais, os chamados internautas.
Vivemos hoje no mundo da "competitividade colaborativa organizacional". Traduzindo em poucas palavras, o Benchmark tornou-se uma ferramenta de melhoria para todas as empresas. A prática de visitar outras empresas para conhecer seus programas e ações tem modificado o ambiente corporativo e agregado valor às idéias, reconhecimento público de profissionais e empresas, que se destacam, gerando uma competitividade saudável entre profissionais de várias áreas.
A ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação de Comunicação Empresarial pratica o Benchmark com a promoção de palestras de profissionais e projetos que ganharam destaque nas diversas áreas corporativas que lidam com pessoas e comunicação. Você pode conferir os melhores cases de comunicação de empresas como Avon, IBM, Vale, Hospital Samaritano, VIAPAR, Santander etc. na 9ª edição do Mix em 2009 - Congresso de Comunicação Integrada e Interna. Confira a programação e palestras no site: http://www.aberje.com.br/novo/eventos/2009/9mix/.
Esse ano ganhamos destaque para a Comunicação Interna com o ingresso de grandes empresas em novas mídias (orkut, twitter, blogs etc.) com foco em seus colaboradores. E o que tem !?! Tem que é a vez do público interno usufruir desse universo que está presente na vida de pessoas normais, os chamados internautas.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
NOVAS REGRAS NA GRAMÁTICA: REAPRENDENDO SEMPRE, ATÉ NA TÉCNICA!
Com a chegada de 2009, muitos profissionais de comunicação já se agitam para ficar por dentro das novas regras da língua portuguesa. O que poucos entendem é a importância da nivelação da língua em todos os países que falam o português.
Muitos acadêmicos se gabam de possuir uma língua homgênea em todo o Brasil. O que, com certeza, é um grande erro. No Brasil falamos vários dialetos, e a nivelação da língua em acordo com outros países, como Portugal, é um grande avanço, uma forma de fortalecimento da m esma. Infelizmente, uma das regras da mudança é a "RESISTÊNCIA".
Começamos o ano incomodando àqueles que estão com sua "zona de conforto" estabelecida e já são "reis", não se sentem confortáveis em reaprender. Uma pena, já que a mudança é uma fase necessária à evolução. confira as principais mudanças que devem ser incorporadas até 2012 no Brasil. Até lá, as duas formas de escrita continuam valendo.
Trema – desaparece em todas as palavras - Frequente, linguiça, aguentar
* Fica o acento em nomes como Müller
Acentuação 1 – some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte) - Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia
jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia
* Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)
Acentuação 2 – some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas - Baiuca, bocaiuva, feiura
* Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí
Acentuação 3 – some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos) - Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos
Acentuação 4 – some o acento diferencial - Para, pela, pelo, polo, pera, coa
* Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo
Acentuação 5 – some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar - Averigue, apazigue, ele argui, enxague você
Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas
Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos:
Muitos acadêmicos se gabam de possuir uma língua homgênea em todo o Brasil. O que, com certeza, é um grande erro. No Brasil falamos vários dialetos, e a nivelação da língua em acordo com outros países, como Portugal, é um grande avanço, uma forma de fortalecimento da m esma. Infelizmente, uma das regras da mudança é a "RESISTÊNCIA".
Começamos o ano incomodando àqueles que estão com sua "zona de conforto" estabelecida e já são "reis", não se sentem confortáveis em reaprender. Uma pena, já que a mudança é uma fase necessária à evolução. confira as principais mudanças que devem ser incorporadas até 2012 no Brasil. Até lá, as duas formas de escrita continuam valendo.
Trema – desaparece em todas as palavras - Frequente, linguiça, aguentar
* Fica o acento em nomes como Müller
Acentuação 1 – some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte) - Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia
jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia
* Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)
Acentuação 2 – some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas - Baiuca, bocaiuva, feiura
* Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí
Acentuação 3 – some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos) - Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos
Acentuação 4 – some o acento diferencial - Para, pela, pelo, polo, pera, coa
* Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo
Acentuação 5 – some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar - Averigue, apazigue, ele argui, enxague você
Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas
Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos:
- Prefixos - Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra... Usa hífen quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista, micro-ondas, mini-hotel.
Em todos os demais casos não: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom. - Prefixos - Hiper, inter, super... Usa hífen quando a palavra seguinte começa com h ou com r: super-homem, inter-regional.
Em todos os demais casos não: hiperinflação, supersônico - Prefixo - Sub... Usa hífem quando a palavra seguinte começa com b, h ou r: sub-base, sub-reino, sub-humano.
Em todos os demais casos não: subsecretário, subeditor - Prefixo - Vice... Sempre usará hífen: vice-rei, vice-presidente
- Prefixo - Pan, circum... Usa hífen quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais: pan-americano, circum-hospitalar.
Em todos os demais casos não: pansexual, circuncisão.
Fonte: professor Sérgio Nogueira (G1 - http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL936903-5604,00.html)
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
QUE 2009 TRAGA A HUMILDADE NECESSÁRIA AOS PROFISSIONAIS DE COMUNICAÇÃO
Estamos quase fechando mais um ano de resultados, fracassos e sucessos. Não importa. A blogesfera cresceu e continua crescendo abrindo espaço para pessoas, não necessariamente de comunicação; algumas empresas lançam idéias e campanhas inovadoras de comunicação, nem sempre, as cabeças dessas idéias e campanhas são profissionais de comunicação; profissionais são reconhecidos e premiados como comunicadores, jornalistas, escritores e uma boa parte, está se inserindo agora no ramo; novas aquisições e grandes fusões estão acontecendo, e nem sempre será a assessoria de imprensa ou a comunicação corporativa que entrará com um plano de crise e integração; mas e você? Quanto, você profissional de comunicação, conseguiu aprender com os seus e com todos que fazem parte da emaranhada rede de relacionamentos que você tem?
E o que é que tem!?!
Tem que o mundo já está globalizado há anos, e isso permitiu que as pessoas tenham acesso às informações, sejam elas de medicina, astrologia, direitos, comunicação etc. Além do acesso, essas pessoas trocam informações entre si, já não confiam mais no médico, vão ao google para avaliar o que mais se fala sobre tal doença, tratamento etc. Já não aceitam uma avaliação de competência sem questionamentos ou cobranças de como a empresa fará o seu papel também. Acredito até que o google conseguiu realizar o sonho de Platão, fazer com que os seres humanos questionassem as coisas, hoje as pessoas utilizam filosofia em suas vidas e muitas vezes nem sabem.
Mas o mais importante disso é: o que conseguimos aprender com essas pessoas? Que lição você, profissional de comunicação, consegue tirar de um livro que fala de comunicação escrito por um administrador ? Eu respondo: MUITAAAAAAAAAAA COISA!
E é por isso, que desejo que em 2009 todos nós tenhamos um pouco mais de humildade para entender que dá para aprender com um rapaz de 19 anos, que está em seu 4º semestre de jornalismo, mas que sempre foi blogueiro a vida inteira. Dá para aprender com um administrador que nunca fez faculdade de jornalismo ou publicidade e escreve sobre comunicação corporativa. Dá para descer do alambrado em que nos colocamos após anos de escrita do português correto, fazendo pirâmide invertida, e tentar ver na publicidade uma forma inovadora de se criar uma chamada.
Porque o que essas pessoas têm a ensinar é essência e não técnica. E o que é que têm!?! Tem que a essência entra na mente, faz sentir, e modifica as pessoas, seus valores e suas razões de existir, mas a técnica nunca muda.
E o que é que tem!?!
Tem que o mundo já está globalizado há anos, e isso permitiu que as pessoas tenham acesso às informações, sejam elas de medicina, astrologia, direitos, comunicação etc. Além do acesso, essas pessoas trocam informações entre si, já não confiam mais no médico, vão ao google para avaliar o que mais se fala sobre tal doença, tratamento etc. Já não aceitam uma avaliação de competência sem questionamentos ou cobranças de como a empresa fará o seu papel também. Acredito até que o google conseguiu realizar o sonho de Platão, fazer com que os seres humanos questionassem as coisas, hoje as pessoas utilizam filosofia em suas vidas e muitas vezes nem sabem.
Mas o mais importante disso é: o que conseguimos aprender com essas pessoas? Que lição você, profissional de comunicação, consegue tirar de um livro que fala de comunicação escrito por um administrador ? Eu respondo: MUITAAAAAAAAAAA COISA!
E é por isso, que desejo que em 2009 todos nós tenhamos um pouco mais de humildade para entender que dá para aprender com um rapaz de 19 anos, que está em seu 4º semestre de jornalismo, mas que sempre foi blogueiro a vida inteira. Dá para aprender com um administrador que nunca fez faculdade de jornalismo ou publicidade e escreve sobre comunicação corporativa. Dá para descer do alambrado em que nos colocamos após anos de escrita do português correto, fazendo pirâmide invertida, e tentar ver na publicidade uma forma inovadora de se criar uma chamada.
Porque o que essas pessoas têm a ensinar é essência e não técnica. E o que é que têm!?! Tem que a essência entra na mente, faz sentir, e modifica as pessoas, seus valores e suas razões de existir, mas a técnica nunca muda.
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Quem faz blog corporativo?
Estava lendo o blog do Fábio Ciapriani e em um dos posts encontrei essa pergunta como título: "QUEM FAZ BLOG CORPORATIVO?". Já venho escrevendo aqui sobre os blogs corporativos, um dos meus temas de pesquisas atualmente... e Fábio diz "Não é um departamento, é uma pessoa. Um ou mais blogueiros. E blogueiro é alguem que tem afinidade com a blogosfera, escreve, lê e responde comentários e estabelece um diálogo. Departamentos não fazem isso. Estão muito ocupados no ciclo gestão e busca por resultados. Departamentos no máximo suportam o blogueiro com sugestões e direcionamento. Será que agora fica claro porque o blog humaniza a empresa? Se nessa altura alguém perguntar: ok Fábio, é uma pessoa, então pode ser um jornalista, certo? Resposta: Sim, pode ser um jornalista, mas só se ele for um blogueiro.".
Ratifico sua resposta, até nas vírgulas e assino embaixo. Tenho visto jornalistas, assessores de imprensa debatendo-se para escrever um blog corporativo. Em alguns casos, o profissional não sabe nem o que escrever ou colocar em pauta, como dizem. Como é que se pode estabelecer um relacionamento se não se sabe o que dizer? Oras, e o que é que tem!?! Tem que a resposta é mais simples do que se imagina: fale sobre os seus valores, seus objetivos, o que sua empresa pensa, no que vem trabalhando, abra espaço para que seus profissionais possam expressar sobre o que fazem todos os dias, quais são seus produtos, quais são seus diferenciais, o que s eu público-alvo deveria saber?
Abra espaço para que seu público converse com você. É fato: um jornalista pode escrever um blogue, desde que seja um blogueiro, porque assessores de imprensa falam com a imprensa e não com pessoas; jornalistas denunciam fatos; marketeiros vendem, mas só pessoas normais, simples, falam com pessoas. E nesse ponto, a técnica só atrapalha!
Ratifico sua resposta, até nas vírgulas e assino embaixo. Tenho visto jornalistas, assessores de imprensa debatendo-se para escrever um blog corporativo. Em alguns casos, o profissional não sabe nem o que escrever ou colocar em pauta, como dizem. Como é que se pode estabelecer um relacionamento se não se sabe o que dizer? Oras, e o que é que tem!?! Tem que a resposta é mais simples do que se imagina: fale sobre os seus valores, seus objetivos, o que sua empresa pensa, no que vem trabalhando, abra espaço para que seus profissionais possam expressar sobre o que fazem todos os dias, quais são seus produtos, quais são seus diferenciais, o que s eu público-alvo deveria saber?
Abra espaço para que seu público converse com você. É fato: um jornalista pode escrever um blogue, desde que seja um blogueiro, porque assessores de imprensa falam com a imprensa e não com pessoas; jornalistas denunciam fatos; marketeiros vendem, mas só pessoas normais, simples, falam com pessoas. E nesse ponto, a técnica só atrapalha!
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INTERNA
E olha que são muitos! Mauro Segura em seu blog soube expressar um pouco do que vivemos em nosso dia-a-dia. De fato ele está coberto de razão: "Não existem fórmulas prontas". Existe a paixão pelo que fazemos, que é comunicação! Abaixo deixo na íntegra seu último post.
OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INTERNA
Nessa semana eu participei de um evento de Comunicação Interna do IQPC. Aprendi muita coisa. Uma delas é que “cada um com seus probrema”, ou seja, não existem fórmulas mágicas em CI (comunicação interna) e nem práticas que servem para todos os casos. Aliás, a realidade vivida por cada empresa é muito peculiar.
Durante o evento, eu fui tomando nota dos diferentes cenários das empresas que se apresentaram e que formam um mosaico interessante de desafios para qualquer profissional de comunicação. Olhando tal espectro, a gente constata que cada setor e empresa tem situações bem específicas e que merecem planos e ações customizadas. Enfim, quais seriam as ações de comunicação que você implementaria para cada um dos casos abaixo?
OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INTERNA
Nessa semana eu participei de um evento de Comunicação Interna do IQPC. Aprendi muita coisa. Uma delas é que “cada um com seus probrema”, ou seja, não existem fórmulas mágicas em CI (comunicação interna) e nem práticas que servem para todos os casos. Aliás, a realidade vivida por cada empresa é muito peculiar.
Durante o evento, eu fui tomando nota dos diferentes cenários das empresas que se apresentaram e que formam um mosaico interessante de desafios para qualquer profissional de comunicação. Olhando tal espectro, a gente constata que cada setor e empresa tem situações bem específicas e que merecem planos e ações customizadas. Enfim, quais seriam as ações de comunicação que você implementaria para cada um dos casos abaixo?
- A Phillips tem 7 fábricas espalhadas pelo território nacional e 2 centros de pesquisa de desenvolvimento e cuidados com a saúde. Só 1/3 da população da Phillips Brasil têm acesso a email. Existe uma grande massa de empregados que trabalham no chão de fábrica. Foram anunciados 80 lançamentos de novos produtos no período de Ago a Out/08, que deveriam ser comunicados primeiramente para todos os empregados, via comunicação interna, antes de sair na imprensa. É quase um novo lançamento por dia. Como trabalhar CI nesse cenário?
- A OI passou por uma transformação cultural enorme quando se juntou com a Telemar anos atrás. O estilo despojado e jovem da OI tomou conta da identidade da nova companhia, desbancando o jeito sisudo e burocrático da Telemar. Quando a coisa parecia que ia se estabilizar, aparece um novo desafio que é muito maior que o primeiro: a compra da Brasil Telecom pela OI. Dois ambientes e culturas bem distintas que vão se fundir. Ou melhor, duas fortes inimigas que terão que aprender a trabalhar juntas para se transformarem numa só. O novo gigante terá mais de 80 mil funcionários e receita líquida acima de 28 bilhões (dados de 2007). Como trabalhar CI nesse cenário?
- Na Embraer existem 5 mil engenheiros, cujo perfil exige uma comunicação pragmática (pouco lero-lero), detalhada (todo engenheiro é detalhista... eu sou um deles... rsrsrs) e formal. Vale lembrar que a empresa é de alta tecnologia e muito complexa. Por outro lado, o total de empregados no mundo alcança 24 mil pessoas, que tem perfil diferente dos engenheiros. Como trabalhar CI nesse cenário?
- A Accenture tem mais de 8 mil funcionários no Brasil, sendo que 95% deles têm menos de 30 anos de idade. É a Geração Y em peso e dominando a empresa. Existe um choque de gerações. Como trabalhar CI nesse cenário?
- O Albert Eistein tem 52 anos de existência, 7 unidades na Grande São Paulo, com quase 6 mil funcionários, sendo 2/3 mulheres. A comunicação interna merece um cuidado muito especial. Tipicamente, um ambiente de hospital é compartilhado por funcionários, pacientes e visitantes (na maioria familiares dos pacientes). Portanto, muitas vezes, ações de comunicação interna acabam sendo compartilhadas por esses públicos diversos. Eis um exemplo simples: um funcionário, ao dar um bom dia sorrindo para um visitante que está entrando no hospital, corre o risco de receber a seguinte resposta: “Bom dia só se for para você. O meu parente está internado aqui no hospital, está muito mal. Este é o pior dia da minha vida”. Como trabalhar CI nesse cenário?
- A IBM Brasil vem contratando 10 novos funcionários por dia, em média, regularmente, nos últimos anos. A cada 20 novos funcionários, um gerente novo é nomeado. Em quase 3 anos a empresa dobrou de tamanho. A IBM Brasil, hoje, tem mais de 15 mil funcionários, sendo que milhares deles trabalham em exportação de serviços de tecnologia da informação, com fluência em outras línguas além do português (espanhol, inglês e/ou francês), provendo serviços para clientes em diversas partes do mundo e com gerentes imediatos fora do Brasil. Esse pessoal tem calendário de feriados e horário de trabalho compatíveis com o cliente que atende em algum lugar do mundo. Ou seja, um ambiente global, multicultural e que funciona 24 horas por dia. Como trabalhar CI nesse cenário?
- A Votorantim tem 8 unidades de negócio bem diversos (cimentos, metais, celulose e papel, energia, agroindústria, química, banco e capital de risco e diversificação), com presença em 15 países e mais de 60 mil funcionários. A empresa tem o objetivo de duplicar de tamanho nos próximos 5 anos. Uma meta arrojada diante da nova conjuntura econômica global. Como trabalhar CI nesse cenário?(curiosidade: até 2001 eles não tinham um site unificado de internet e tinham 87 veículos de comunicação interna, todos independentes. Hoje a realidade já é bem diferente).
- O Wal-Mart no Brasil tem mais de 70 mil associados (é assim que eles chamam os funcionários), distribuídos em 330 lojas, em 110 cidades brasileiras e em 4 regiões: Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Mais de 60% dos funcionários têm menos de 30 anos e com uma grande diversidade cultural em função da dispersão geográfica por todo país. Eles trabalham com 9 bandeiras: Wal-Mart, Sams Club, Bompreço, Big, Hiper, Mercadorama, Nacional, Maxxi e Todo Dia. Como trabalhar CI nesse cenário?(curiosidade: o Wal-Mart tem 2 milhões de funcionários no mundo - é o maior empregador privado do planeta)
- A SKY se fundiu no ano passado com a DirectTV. O processo de fusão foi complexo pois as duas empresas tinham culturas bem diferentes. O serviço de atendimento aos clientes, por telefone, é o coração da operação da SKY e esse serviço é provido pela Teleperformance. São 2.200 atendentes no total, sendo: 1.300 atendentes no atendimento de frente, 180 atendentes especializados em negociação e outros 330 em retenção. E mais 400 em outras funções, incluindo supervisão e gerência. O perfil é de jovens em início de carreira. A maioria deles é o primeiro emprego. Como trabalhar CI nesse cenário?
Então? Se pudesse escolher, qual desafio que você gostaria de encarar? Não tem nenhum fácil, né? Enfim... cada um com seus “probrema”.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
QUAL O PERFIL DE UM PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO CORPORATIVA?
Curiosamente as pesquisas da ABERJE dizem que vem aumentando o número de jornalistas na área de comunicação corporativa. Isso me chamou a atenção, uma vez que estou em fase de contratação de um analista de comunicação nesse segmento.
Pelas pesquisas iniciais de currículo que fizemos o "jornalista" não é bem o perfil desejado, não pela falta de competência, que nada tem a ver com isso, mas pelas necessidades da vaga em questão.
Antigamente a comunicação corporativa era resumida em comunicados internos, um mural e um news letter (jornalzinho), o que permitia que ela coubesse dentro de qualquer área de uma empresa, em geral você a encontrava no RH ou no Marketing.
As necessidades das empresas foram crescendo, conforme a maturidade profissional de cada uma delas e hoje, uma área de comunicação corporativa é muito maior, tem mais responsabilidades e precisa de profissionais generalistas em comunicação.
Não basta mais entender de comunicação de massa, você precisa entender de publicidade, marketing, relações internas e externas e muito mais.
E o que é que tem!?! Tem que para atuar nessa área você precisa saber qual a diferença de um papel couche fosco e com brilho, gramatura, pantone de cores, banner e cartaz, linguagem publicitária, jornalística e literária, campanha motivacional, educacional e de venda; precisa entender de marca, fidelização, fortalecimento e unicidade; mídia social, enfim, precisa ser um generalista em comunicação!
Pelas pesquisas iniciais de currículo que fizemos o "jornalista" não é bem o perfil desejado, não pela falta de competência, que nada tem a ver com isso, mas pelas necessidades da vaga em questão.
Antigamente a comunicação corporativa era resumida em comunicados internos, um mural e um news letter (jornalzinho), o que permitia que ela coubesse dentro de qualquer área de uma empresa, em geral você a encontrava no RH ou no Marketing.
As necessidades das empresas foram crescendo, conforme a maturidade profissional de cada uma delas e hoje, uma área de comunicação corporativa é muito maior, tem mais responsabilidades e precisa de profissionais generalistas em comunicação.
Não basta mais entender de comunicação de massa, você precisa entender de publicidade, marketing, relações internas e externas e muito mais.
E o que é que tem!?! Tem que para atuar nessa área você precisa saber qual a diferença de um papel couche fosco e com brilho, gramatura, pantone de cores, banner e cartaz, linguagem publicitária, jornalística e literária, campanha motivacional, educacional e de venda; precisa entender de marca, fidelização, fortalecimento e unicidade; mídia social, enfim, precisa ser um generalista em comunicação!
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